TSE encerra disputa sobre sigilos sem obrigar candidatos a divulgar dados
André Mendonça acolheu o parecer da Procuradoria-Geral Eleitoral e extinguiu o processo em 4 de novembro, sem analisar o mérito.
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André Mendonça acolheu o parecer da Procuradoria-Geral Eleitoral e extinguiu o processo em 4 de novembro, sem analisar o mérito.
Redação ·O Decreto nº 21.076, de 24 de fevereiro de 1932, criou uma estrutura que também administrava pleitos e julgava disputas eleitorais.
Redação ·O corregedor deu 72 horas a Flávio Bolsonaro para individualizar condutas atribuídas a dirigentes sindicais em uma ação sobre a campanha presidencial de 2026.
Redação ·Alfredo Gaspar afirmou em 27 de outubro que manterá no Congresso pautas da campanha, após a disputa presidencial ser decidida por 4,43 milhões de votos.
Redação ·O partido afirma que pretende retomar no TSE o pedido que contesta a candidatura, enquanto o senador eleito recebeu cerca de 2,9 milhões de votos.
Redação ·Nota assinada por Valdemar Costa Neto veio após a eleição de 25 de outubro, vencida por Lula com 51,79% dos votos válidos.
Redação ·Em Melgaço, município com índice de 0,418, Lula recebeu 66,83%; em São Caetano do Sul, com 0,862, Flávio Bolsonaro obteve 58,33%.
Redação ·O advogado pediu acesso aos registros da votação após decisão do STF que estendeu o horário, em caráter localizado, até as 19h de domingo.
Redação ·A campanha aponta cerca de 34 mil votos registrados após as 17h e questiona a decisão que estendeu a votação até 19h em parte do país.
Redação ·O TSE esclareceu que urnas já encerradas não foram reabertas e retomou a totalização após as 19h; Lula terminou com 51,79% dos votos válidos.
Redação ·O presidente recebeu 51,79% dos votos válidos no segundo turno de 25 de outubro, segundo a apuração oficial do TSE.
Redação ·A extensão até as 19h, em 25 de outubro, alcançou apenas seções que ainda recebiam votos, segundo esclarecimento do TSE.
Redação ·Republicanos também cumprimentou o presidente reeleito, enquanto Flávio Bolsonaro afirmou que pretende contestar o resultado na Justiça.
Redação ·A diferença de cerca de 4,4 milhões de votos e a falta de dados públicos sobre urnas ainda abertas devem pesar na análise dos questionamentos.
Redação ·No pronunciamento de 25 de outubro, o presidente reeleito abordou SUS, big techs e segurança pública, temas que exigem separar retórica de evidência.
Redação ·O TSE proclamou o resultado do segundo turno em 25 de outubro, após uma votação estendida até as 19h por decisão atribuída a Cristiano Zanin.
Redação ·Decisão de Cristiano Zanin manteve abertas até as 19h apenas seções onde eleitores ainda votavam, enquanto a totalização do TSE ficou temporariamente suspensa.
Redação ·Martin De Luca, ligado à Trump Media e à Rumble, contestou a medida; urnas já encerradas não poderiam ser reabertas, segundo esclarecimento do ministro.
Redação ·A ordem ampliou em duas horas o recebimento de votos nas urnas ainda abertas, após relato de problemas no transporte de eleitores na Bahia.
Redação ·O TSE afirmou que a extensão alcançava apenas seções ainda em funcionamento e que nenhuma urna já encerrada seria reaberta.
Redação ·O TSE orientou os TREs a manterem abertas até as 19h apenas as seções que ainda recebiam eleitores quando saiu a decisão do STF.
Redação ·A prorrogação até as 19h ficou restrita a locais onde a votação ainda não havia terminado; a apuração foi interrompida com cerca de 0,25% das urnas totalizadas.
Redação ·A extensão nacional até as 19h encontrou seções já concluídas e levou tribunais regionais a adotar procedimentos distintos antes de um esclarecimento do STF.
Redação ·O presidente do PT apontou problemas em São Paulo e Salvador, enquanto a Justiça Eleitoral ampliou o horário de votação em todo o país até as 19h.
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