Oito pregões seguidos deixam saldo da B3 R$ 12,4 bilhões negativo
O levantamento inclui saídas de investidores estrangeiros e institucionais entre o fim de outubro e 3 de novembro, com recortes diferentes para cada grupo.
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O levantamento inclui saídas de investidores estrangeiros e institucionais entre o fim de outubro e 3 de novembro, com recortes diferentes para cada grupo.
Redação ·O alerta ganhou força após o Ibovespa cair 13,88% em 26 de outubro e os juros dos títulos brasileiros dispararem.
Redação ·No primeiro pregão após a votação de 25 de outubro, o Ibovespa fechou aos 176.608,23 pontos, depois de acionar o mecanismo de interrupção das negociações.
Redação ·No primeiro pregão após o segundo turno, em 26 de outubro, o dólar avançou 8,21% e encerrou cotado a R$ 5,40.
Redação ·Na sessão de 26 de outubro, o Ibovespa recuou 13,88% e as projeções do Focus ainda não captavam a reação posterior à eleição.
Redação ·A turbulência de 26 de outubro levou o Tesouro a recomprar cerca de R$ 10 bilhões em títulos e reacendeu dúvidas sobre as contas públicas.
Redação ·No pregão de 26 de outubro, o Ibovespa recuou 13,88% e o dólar avançou 8,21%, para R$ 5,40, após a eleição presidencial.
Redação ·O Ibovespa encerrou o pregão de 26 de outubro aos 176.608 pontos, enquanto o dólar chegou a R$ 5,604 durante o dia e fechou a R$ 5,409.
Redação ·A moeda norte-americana avançou 8,34% na segunda-feira, enquanto o Ibovespa chegou a recuar 17,34% durante o pregão.
Redação ·No pregão de 26 de outubro, o índice fechou aos 176.608 pontos, enquanto juros futuros e dólar avançaram em meio à reavaliação de riscos.
Redação ·Relatório do BTG e sinais de entrada estrangeira indicam que ações negociam com desconto; sustentação do rali depende de cortes de juros, sinais fiscais e do comportamento dos juros externos.
Redação ·Após recordes recentes, o índice recuou com realização de lucros; pesquisas que mostram empate técnico aumentaram a cautela e elevaram a volatilidade entre ações e títulos.
Redação ·Investidores realizaram lucros após alta acentuada dos papéis; ajuste foi ampliado pela alta das taxas futuras, que pressiona empresas intensivas em capital.
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