A PF procura reconstruir os deslocamentos do senador e verificar possíveis apoios, mas não há confirmação pública de que ele tenha cruzado a fronteira.
Fontes ligadas à Polícia Federal disseram que o senador chegou aos Estados Unidos em 27 de outubro, enquanto a rota e a reação judicial ainda estavam em aberto.
Relatos publicados em 27 de outubro indicam que o senador viajou acompanhado da família, enquanto permanecem dúvidas sobre o itinerário e os efeitos da restrição judicial.
A manifestação foi enviada a Alexandre de Moraes em 25 de outubro; dois dias depois, a entrega dos documentos e a localização do senador ainda geravam apuração.
A Polícia Federal cancelou os documentos do senador após o prazo judicial expirar, mas registros públicos não confirmaram a saída do país nem a entrada na Argentina.
A ordem de Alexandre de Moraes previa 24 horas para a entrega; a Polícia Federal informou que não encontrou registro oficial de saída do senador do Brasil.
A Direção Nacional de Migrações também informou que verificou um avião em Puerto Iguazú, mas não encontrou plano de voo envolvendo a família do senador.
A apuração começou em 27 de outubro, após uma ordem de Alexandre de Moraes que restringiu as viagens do senador e determinou a entrega de seus passaportes.
A intimação relatada em 26 de outubro prevê a entrega dos passaportes à Polícia Federal em até 24 horas, enquanto detalhes da decisão não foram divulgados integralmente.
O senador recebeu determinação para entregar documentos à Polícia Federal, enquanto o resultado presidencial foi confirmado com 51,79% dos votos válidos para Lula.
A Polícia Federal abriu o cadastro de empresas em 21 de outubro; as ferramentas de recebimento e encaminhamento das comunicações serão implementadas em etapas posteriores.
A Polícia Federal encontrou uma sala protegida em Brasília após uma denúncia anônima, mas a defesa afirma que o espaço atendia operações de transporte de valores.