Teerã enviou autorização para portos controlarem a travessia de navios que transportem ajuda e insumos essenciais, em meio à reabertura parcial de Ormuz após confrontos com EUA e Israel.
Um caça F-15E dos Estados Unidos foi derrubado sobre o Irã; um membro da tripulação foi resgatado e outro segue desaparecido enquanto buscas continuam.
Ataques balísticos e contra-ataques aéreos entre Irã e Israel, com apoio e alertas dos EUA, ampliaram a crise e elevaram o risco de um confronto mais amplo na região.
Um caça americano foi abatido sobre território iraniano em 3 de abril de 2026; um piloto foi resgatado e a presença de um segundo tripulante segue em investigação.
Presidente Trump voltou a ameaçar atacar pontes e usinas elétricas do Irã; fechamento do Estreito de Hormuz e ataques conservam pressão sobre os preços do petróleo e elevam custos de combustíveis nos EUA.
Pesquisas e relatórios apontam vigilância policial, expulsões de exilados e correspondência diplomática que indicam conhecimento suíço sobre tortura no Brasil durante a ditadura.
Em pronunciamento à nação, Trump prometeu nova onda de ataques ao Irã nas próximas semanas e afirmou que os EUA não dependem do petróleo que passa pelo Estreito de Ormuz.
Declaração do ex‑presidente sobre suposto pedido iraniano por trégua aumenta tensão, forças americanas reforçam presença no Golfo e mercados de petróleo registram alta significativa.
Thiago Ávila teve o ingresso negado em Buenos Aires e foi obrigado a deixar o país antes de participar da Global Sumud Flotilla; autoridades alegaram problemas com o passaporte.
Em postagem nesta terça-feira, Trump criticou a Europa por não apoiar os EUA no confronto com o Irã e sugeriu que países europeus ajam para reabrir o Estreito de Hormuz.
Bruxelas convocou Teerã para discutir a situação no Estreito de Ormuz após uma série de ataques a embarcações e infraestrutura energética que têm interrompido o tráfego e pressionado os mercados de petróleo.
Segundo relatos, a Casa Branca prioriza atacar capacidades militares iranianas e não a reabertura imediata do Estreito de Hormuz, uma mudança com reflexos diretos nos mercados de petróleo e na diplomacia aliada.
Os B-52 foram usados pelos EUA para sobrevoar o Irã como demonstração de superioridade aérea; a aeronave combina grande carga, alcance intercontinental e atualizações tecnológicas, mas segue vulnerável sem neutralização prévia de defesas inimigas.
O presidente da FIFA disse que o Irã cumprirá o calendário da Copa de 2026 nos EUA e descartou alternativas, mesmo após tensões e pedidos iranianos para transferir jogos.
Decisão judicial cautelar interrompe a aplicação de 82 artigos da lei trabalhista de Javier Milei, incluindo a ampliação da jornada para 12 horas e mudanças em indenizações e direitos sindicais.
Ataque com drones atingiu o petroleiro Al‑Salmi, de bandeira kuwaitiana, ao largo de Dubai; tripulação não se feriu e não houve vazamento de óleo, segundo autoridades.
Michael Rousseau vai se afastar da liderança da Air Canada até o fim do terceiro trimestre de 2026, após críticas ao vídeo em que prestou condolências aos pilotos mortos na colisão em LaGuardia.
Em 30 de março de 2026, a guerra entre EUA, Israel e Irã voltou a se intensificar com grandes ataques a infraestruturas em Teerã, interceptações de mísseis por forças aliadas e declarações de Donald Trump prometendo respostas e citando possibilidade de controlar o Estreito de Hormuz.
Governo espanhol proibiu uso de bases e sobrevoo de aeronaves americanas em operações ligadas à guerra contra o Irã, em movimento que complica logística militar e acirra tensão com Washington.
Autoridades israelenses barraram o Patriarca Pierbattista Pizzaballa de celebrar missa no Santo Sepulcro por motivos de segurança; acesso foi liberado depois de intervenção do primeiro‑ministro, provocando reações internacionais e debate sobre liberdade de culto.
O Pentágono tem planos para operações terrestres de semanas de duração no Irã, com incursões de forças especiais e tropas convencionais, enquanto a aprovação final da Casa Branca segue incerta.
O primeiro‑ministro de Israel instruiu o Exército a avançar mais para o interior do sul do Líbano e expandir uma zona tampão para reduzir ataques do Hezbollah e proteger comunidades fronteiriças.
Em nota, o Itamaraty classificou como de "extrema gravidade" a ação que impediu o ingresso do Patriarca Latino e do Custódio da Terra Santa no local sagrado em Jerusalém Oriental.