Teerã teria interrompido o tráfego no ponto estratégico do Golfo Pérsico em retaliação a bombardeios israelenses no Líbano, enquanto Washington exige reabertura imediata.
Especialistas apontam que suspensão temporária das hostilidades pode ser 'pausa operacional' para reabastecimento e preparação de ofensiva dos EUA; crise segue com negociações e estoques de mísseis sob pressão.
Teerã diz que pode retomar ofensiva e controlar o Estreito de Ormuz se Israel mantiver bombardeios contra o Líbano, agravando riscos para o tráfego de petróleo.
A Força de Defesa de Israel afirma ter realizado “o maior ataque” desde março; o Líbano registra milhares de vítimas, deslocados e danos à infraestrutura de saúde.
Acordo temporário prevê suspensão mútua de ataques por 14 dias, com negociações em Islamabad e pressão sobre o estreito estratégico como condição central.
Teerã afirma ter conseguido que Washington aceite proposta que inclui alívio de sanções e reconhecimento do enriquecimento de urânio; termos ainda não foram confirmados por fontes americanas.
O geógrafo Jorge Mortean conta como viveu no Irã e visitou ilhas como Ormuz e Qeshm; o estreito ganhou nova importância depois de ameaças de ataques à infraestrutura e de um bloqueio que afeta o fluxo de petróleo.
Presidente dos EUA publicou ultimato sobre o Estreito de Ormuz e disse que “uma civilização inteira morrerá esta noite”, provocando alerta jurídico e risco de crise global.
Teerã diz que retaliou com mísseis e drones contra o polo petroquímico de Jubail, afirmando que deixará de poupar alvos; ação eleva risco de desabastecimento e pressiona mercados de energia.
Teerã recusou proposta de cessar-fogo de 45 dias e exige fim permanente do conflito, enquanto o governo Trump fixa prazo para reabrir o Estreito de Hormuz, elevando o risco de nova escalada na região.
A Guarda Revolucionária iraniana anunciou uma nova ordem para o Golfo Pérsico e condicionou a passagem no Estreito de Ormuz a regras definidas com Omã, desafiando o ultimato do presidente dos EUA.
Ao menos parte do campus da Universidade de Tecnologia Sharif, em Teerã, foi atingida em ataque atribuído pelo Irã aos EUA e a Israel; autoridades iranianas classificam ação como crime de guerra.
Proposta mediada pelo Paquistão prevê cessar‑fogo imediato seguido de negociações para um acordo mais amplo e possível reabertura do Estreito de Ormuz.
Presidente exige reabertura imediata do Estreito de Ormuz até terça‑feira e condiciona ataques à infraestrutura iraniana, enquanto EUA celebram o resgate de um piloto de F‑15.
Um segundo membro da tripulação de um F‑15 abatido no Irã foi resgatado em uma operação dos EUA que combinou forças especiais, apoio aéreo e trabalho de inteligência.
Operação de abril resgatou o airman Ryan Daniels de um complexo no Irã após seu drone ser abatido; ação eleva tensões entre EUA e Teerã e promete desdobramentos diplomáticos e militares.
Um graneleiro que transportava trigo naufragou na costa ocupada de Kherson após ataque atribuído a drones; autoridades pró-Moscou relatam uma morte e dois desaparecidos.
Forças americanas realizaram operação de resgate no interior do Irã depois do abate de um F-15E; incidentes no Kuwait, Emirados, Bahrein e Arábia Saudita já afetam instalações energéticas e pressionam mercados.
Autoridades sérvias encontraram pacotes com explosivos e fusíveis perto do gasoduto Balkan Stream, a cerca de 10 km da fronteira com a Hungria; investigação conjunta e reforço de segurança foram acionados às vésperas das eleições húngaras.
Incêndios em uma unidade da Borouge em Al Ruwais, causados por destroços de mísseis interceptados, suspenderam operações e aumentaram o risco à cadeia de combustíveis e petroquímicos na região.
Oficial israelense disse que Teerã mantém um estoque suficiente para prolongar ataques; Hezbollah também tem milhares de foguetes que mantêm tensão na fronteira norte.
Falha no sistema de esgoto da cápsula Orion deixou a equipe sem poder urinar por horas; solução envolveu aquecer o duto ao sol para derreter gelo acumulado.
O principal porto russo no Báltico, Ust-Luga, retomou no início de abril o carregamento de petróleo bruto interrompido por ataques ucranianos com drones no fim de março.
Conselho de Segurança adiou votação de resolução do Bahrein que autorizaria "todos os meios defensivos" por seis meses para garantir trânsito comercial em Ormuz, após intensificação do conflito com o Irã.