Assembleia Geral aprovou resolução em 25 de março que classifica o tráfico de africanos como o “crime mais grave contra a humanidade” e recomenda diálogo sobre reparações internacionais.
Milhares de manifestações organizadas pelo movimento No Kings ocorreram em 28 de março de 2026 nos Estados Unidos, com mais de 3,2 mil eventos programados e atos de grande escala em Minnesota, Nova York, Los Angeles e Washington.
Em discurso a investidores em Miami, Donald Trump afirmou que “Cuba é a próxima”, em meio a um endurecimento de sanções, cortes de petróleo venezuelano e uma crise energética que já deixou milhões sem luz.
Mesmo com o Chile retirando o apoio, Brasil e México mantêm a candidatura de Michelle Bachelet à Secretaria‑Geral da ONU, que enfrenta agora obstáculos políticos no Conselho de Segurança.
Relatos indicam que o Departamento de Estado dos EUA avalia incluir as facções PCC e CV na lista de grupos terroristas, decisão que pode trazer sanções econômicas e tensão diplomática com o Brasil.
Em Paris, o chanceler Mauro Vieira afirmou que aproveitamento econômico da destruição em conflitos amplia riscos globais e defendeu mecanismos multilaterais de prevenção e cooperação.
Relatórios revelam que o Pentágono estuda opções que vão desde bloqueios navais até a tomada da ilha de Kharg — eixo das exportações iranianas — como elemento de pressão em negociações e resposta a ataques.
EUA estendem até 6 de abril suspensão de ataques a instalações de energia do Irã, enquanto Teerã nega conversas de cessar‑fogo e o bloqueio do Estreito de Hormuz mantém pressão sobre preços e rotas comerciais.
Em meio a novas ondas de ataques e negociações indiretas, Washington diz ter apresentado proposta em 15 pontos e pede resposta “rápida” do Irã para evitar escalada maior.
Israel lançou ataques no Irã em 25 de março, complicando negociações sobre um plano de cessar‑fogo norte‑americano que busca conter uma escalada regional.
Presidente Trump diz que prefere chamar operações militares de "operação" para evitar voto do Congresso; Teerã zomba de negociações, Hezbollah rejeita trégua e o conflito pressiona preços do petróleo e mercados.
Relatório apresentado ao Conselho de Direitos Humanos diz que práticas de tortura se tornaram sistemáticas e contam com apoio de instituições estatais e da sociedade israelense.
Em rápida declaração ao deixar Castel Gandolfo, o Papa Leão XIV renovou o apelo por diálogo e cessar‑fogo diante do aumento da violência e da crise humanitária na região.
Trump afirma que EUA e Irã estão “em negociações”; jornal The New York Times reporta envio de um plano de 15 pontos por meio do Paquistão, mas detalhes e apoio de aliados seguem incertos.
Governos e organizações de saúde atribuem dezenas de ataques a hospitais e ambulâncias no Líbano e no Irã; números, responsabilidades e efeitos humanitários divergem entre fontes.
Acordo prevê troca de conteúdo, envio de correspondente à China e cessão de direitos de animações, além do uso de ferramentas de inteligência artificial aplicadas à comunicação.
A agência anunciou que vai reaproveitar componentes do projeto Gateway para priorizar uma base lunar de superfície de US$ 20 bilhões, com metas para execução nos próximos sete anos.
Organização Mundial da Saúde orienta uso de testes portáteis, swabs de língua e pooling de amostras para ampliar detecção precoce; financiamento insuficiente pode frear progresso.
Uma ofensiva militar conjunta iniciada no fim de fevereiro atingiu dezenas de províncias iranianas e ampliou a crise para toda a região, com impactos políticos e econômicos globais.
Presidente dos EUA adiou ataques a infraestruturas energéticas por cinco dias após afirmar ter mantido “conversas produtivas” com o Irã, mas Teerã nega qualquer negociação e a preocupação com cadeias de energia cresce.
Secretário‑geral da Otan afirmou que a aliança investiga relatos de mísseis contra a base conjunta Reino Unido‑EUA em Diego Garcia, enquanto Teerã nega autoria e países avaliam risco de escalada.
Trump anunciou pausa de cinco dias em ataques à infraestrutura energética iraniana, após ultimato de 48 horas; Irã afirma que decisão foi resultado de avisos e promete resposta se hostilidades recomeçarem.
Em meio a ataques israelenses a campos de gás e temores sobre o Estreito de Ormuz, Trump pediu que Israel interrompesse ofensivas contra instalações energéticas do Irã e, ao mesmo tempo, fez ameaças e medidas para tentar estabilizar preços do petróleo.