Yana Lantratova deve representar Moscou em reunião humanitária convocada por Melania Trump
A conversa está marcada para 5 de novembro, em Washington, e deve reunir representantes russos e ucranianos após uma trégua local em Oleshky.
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A conversa está marcada para 5 de novembro, em Washington, e deve reunir representantes russos e ucranianos após uma trégua local em Oleshky.
Redação ·Mensagens enviadas na noite de 1º de novembro incluíram alertas de radiação, ameaças químicas e uma suposta ofensiva nuclear.
Redação ·Canadá, Alemanha e Noruega vão financiar a compra estimada em US$ 2,1 bilhões, junto com recursos ucranianos ligados a um empréstimo da União Europeia.
Redação ·A arrecadação reuniu roupas, cobertores e alimentos em Roma entre 22 e 24 de outubro; a distribuição será feita por organizações locais em Kiev.
Redação ·Em mensagem publicada em 26 de outubro, o presidente ucraniano agradeceu o apoio brasileiro à soberania de Kiev e pediu que Brasília mantenha presença nos temas internacionais.
Redação ·O Ministério da Defesa ucraniano disse que os testes registraram ligações estáveis acima de 400 km/h após cerca de dez dias de limitações.
Redação ·Relatos atribuídos a seis ex-autoridades americanas incluem solicitações sobre Ucrânia, Irã, Iêmen e Líbano e expõem a dependência de governos da infraestrutura da empresa.
Redação ·A pausa local deve permitir ajuda e evacuações, mas há relatos divergentes sobre quando começa e versões distintas sobre o papel de Melania Trump e do papa Leão XIV.
Redação ·Relatos de Kiev apontam que aparelhos acima de 160 km/h seguem perdendo conexão, enquanto alternativas de comunicação ainda estão em discussão.
Redação ·Autoridade ucraniana afirmou em 22 de outubro que terminais militares continuavam limitados a cerca de 161 km/h, apesar do relato de melhora após contato com Elon Musk.
Redação ·Relatos de cinco diplomatas apontam vigilância, equipes menores e menos contato com a sociedade russa desde a invasão da Ucrânia em 2022.
Redação ·O enviado de Donald Trump esteve em Oslo em 20 de outubro e encontrou Vladimir Putin em São Petersburgo no dia seguinte; Moscou sinalizou retomada de contatos técnicos após meados de novembro.
Redação ·Encontro em Oslo reabriu canais de diálogo, mas não confirmou um acordo amplo sobre armas, dados militares ou a relação entre os governos.
Redação ·Manobras do Cosmos 2612 perto de um equipamento de radar ligado à Ucrânia levantam dúvidas sobre riscos e intenções, ainda sem confirmação de ameaça direta.
Redação ·Autoridades ucranianas dizem que uma nova restrição de velocidade aplicada ao serviço militar da SpaceX interrompeu operações de drones ao longo da linha de frente, e a empresa e Musk deram explicações conflitantes.
Redação ·Ataques russos a pelo menos seis alvos de energia na Ucrânia põem em xeque o acordo anunciado pelo presidente americano e reacendem receios sobre o abastecimento antes do inverno.
Redação ·Relatório aponta que, pela primeira vez desde o anúncio de um cessar‑fogo energético por Donald Trump, não houve ataques identificados a instalações de energia na Ucrânia — enquanto infraestrutura de transporte continuou a ser atingida.
Redação ·O presidente ucraniano disse que ataques a instalações de energia continuaram mesmo depois do anúncio público de Donald Trump e pediu pressão dos EUA sobre Moscou para cumprir qualquer acordo.
Redação ·Trump afirmou que Rússia e Ucrânia concordaram em parar ataques a infraestruturas energéticas; Kiev apoiou, mas pediu detalhes e denunciou ataques que continuaram.
Redação ·Três centros de dados da Yandex foram atingidos por drones em poucos dias; empresa suspendeu operações em Vladimir e usuários enfrentam instabilidade em serviços essenciais.
Redação ·Um homem identificado nas investigações como suposto líder do atentado que explodiu os gasodutos no mar Báltico em 2022 começa a ser julgado em Hamburgo. A acusação mistura crimes de sabotagem e um enquadramento como crime de guerra — e a ação traz repercussões geopolíticas entre Alemanha, Ucrânia e aliados.
Redação ·A Casa Branca autorizou temporariamente a entrada de diesel vindo da Rússia, em uma medida que suspende parte das sanções e visa reduzir o preço dos combustíveis antes das eleições nos EUA. A decisão gerou reação imediata de Kiev e de aliados europeus, que dizem que o acordo pode financiar a guerra na Ucrânia.
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