Governo britânico diz trabalhar com aliados em opções para garantir a passagem segura de navios pelo Estreito de Ormuz, após ameaças iranianas que afetam o transporte de petróleo e pressionam preços globais.
Atenas afirma que não participará de ações militares no Estreito de Ormuz, mas adverte empresas e bandeiras gregas a não transitarem pela região devido a riscos para embarcações e tripulantes.
Berlim informou que não enviará forças armadas para patrulhar o Estreito de Ormuz e aposta em alternativas diplomáticas e coordenação internacional para proteger a navegação.
Teerã recusou proposta de cessar‑fogo e afirmou que manterá o Estreito de Hormuz aberto para navios “não‑combatentes”, em meio a retaliacões e ataques que elevaram a volatilidade nos mercados de energia.
EUA e Israel ampliam ofensiva contra alvos iranianos, com Kharg Island no centro do risco para exportações; bloqueio do Estreito de Hormuz leva o Brent acima de US$100 e força governos a discutir escoltas navais.
Interrupção do fornecimento de combustível e endurecimento das sanções deixam hospitais, transporte e cadeia alimentar em dificuldades e aumentam o risco de êxodo da população.
Netos de Raúl Castro voltam a circular no centro das decisões em Havana enquanto governo enfrenta crise econômica, acusações de terrorismo e negociações discretas com autoridades americanas.
A alegação de descobrimento de US$1,5 trilhão em metais preciosos dentro do supervulcão de Yellowstone foi inflada; estudos antigos citam recursos inferidos, não reservas comerciais, e não há registro de comemoração de Elon Musk.
Autoridades iranianas emitiram mensagens conflitantes: governo central fala em manutenção da navegação, enquanto a Guarda Revolucionária anuncia fechamento seletivo para navios de EUA, Israel e aliados.
Radiotelescópios registraram um clarão de micro-ondas — um 'laser' natural chamado megamaser — amplificado por lente gravitacional e associado a galáxias em fusão a cerca de 8 bilhões de anos‑luz.
Autoridades israelenses afirmam que o governo não pretende negociar diretamente com Beirut; declarações refletem foco em pressão militar sobre o Hezbollah e tensão diplomática na região.
O presidente dos EUA rejeitou ofertas de negociação do Irã, condicionou qualquer acordo à “rendição incondicional” e advertiu que alvos ligados ao petróleo podem ser alvo de novos ataques — com impacto imediato nos mercados de energia.
Quatro atletas da seleção feminina do Irã voltaram ao país depois de promessas do governo iraniano de proteção, em meio a deserções e oferta de vistos humanitários da Austrália durante a Copa da Ásia Feminina.
Após alerta de Donald Trump sobre a segurança dos jogadores iranianos, o Irã responde que só a Fifa decide quem participa e questiona capacidade dos anfitriões de garantir proteção.
Miguel Díaz-Canel confirmou conversas com Washington enquanto apagões, um bloqueio de combustível e retórica agressiva de Donald Trump pressionam Havana.
Autoridades dos Emirados advertiram que compartilhar imagens, rumores ou informações não verificadas sobre os ataques pode ser enquadrado como crime e gerar multas e prisão.
Brasil, Colômbia e México emitiram nota conjunta nesta sexta pedindo um cessar‑fogo imediato no Oriente Médio e oferecendo-se para contribuir em processos de paz por vias diplomáticas.
Escritório do Representante Comercial dos EUA investiga se falhas na proibição de importações de produtos feitos com trabalho forçado causam concorrência desleal e podem levar a tarifas punitivas.
Manifestações do Dia de Al-Quds reuniram milhares em centenas de cidades do Irã, mesmo com explosões em Teerã e ataques atribuídos a Israel no contexto da guerra regional.
Relatos e omissões nas transmissões estatais alimentam dúvidas sobre a saúde do novo líder e ampliam tensões regionais com impacto direto no petróleo e na navegação no Estreito de Ormuz.
Em post nas redes, o presidente Trump afirmou que a seleção iraniana está 'welcome' para jogar, mas sugeriu que não viaje aos EUA "pela própria vida e segurança", em meio a tensão entre os países e reação oficial do Irã.
Quinze anos após o terremoto, tsunami e o acidente na usina de Fukushima Daiichi, áreas continuam abandonadas, planos de retorno avançam lentamente e o Japão enfrenta dilemas entre reconstrução, segurança e retomada nuclear.