Banco Central aponta déficit de R$ 4,16 bilhões nos dois primeiros meses de 2026, em resultado que se aproxima do rombo de 2025 e é puxado pela crise dos Correios.
Ministério de Minas e Energia solicitou adiamento de decisões tarifárias à Aneel e avalia empréstimos às distribuidoras para postergar repasses aos consumidores.
Projeção aponta crescimento de **5,2%** em 2025–26 e aceleração para **5,9%** até 2030, com Ásia-Pacífico na liderança e impulso de plant-based, e‑commerce e embalagens sustentáveis.
AGU abriu edital que permite a pessoas físicas, micro e pequenas empresas negociar débitos inscritos em dívida ativa com autarquias federais — há descontos de até 50% e parcelamentos de até 60 meses via Resolve Dívidas AGU.
Federações sindicais alertam que cerca de 5 mil trabalhadores da Serede seguem sem receber verbas rescisórias, em meio a disputa judicial sobre responsabilidade solidária entre Oi, V.tal e Serede.
Credores rejeitaram oferta dos fundos do BTG Pactual pela fatia de 27,26% da Oi na V.tal, abrindo impasse que pode levar a nova disputa judicial e atrasar o plano de recuperação da operadora.
Especialistas e relatórios apontam que a escalada dos preços do petróleo e da energia ameaça reduzir investimentos de grandes empresas em data centers e infraestrutura de IA em 2026.
Setor registrou expansão acima do esperado (projeção era 9,5%), com hardware respondendo por quase metade das vendas e impulsionando investimentos em data centers e nuvem.
Panorama da Firjan projeta R$ 526,3 bilhões em 1.882 projetos no estado do Rio entre 2026 e 2028, com destaque para energia, petróleo e concessões de infraestrutura.
Setor público consolidado registrou déficit primário em fevereiro, com governo central pressionado por programas sociais e reajustes; dívida líquida avançou para 65,5% do PIB.
Resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos define três faixas de reajuste (3,81%, 2,47% e 1,13%) e entra em vigor a partir de 1º de abril, com aplicação não automática pelos fabricantes e varejistas.
A Lei 15.367/2026 reorganiza 200 mil servidores, cria carreira transversal e prevê mais de 24 mil vagas na educação, com impacto orçamentário de até R$ 5,3 bilhões previsto na LOA.
Receita Federal manteve os principais limites: declararam obrigatoriamente quem teve rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584 ou bens acima de R$ 800 mil; prazo vai até 29 de maio de 2026.
Decreto detalha bloqueio de R$ 1,26 bilhão em despesas discricionárias (RP2) e R$ 334 milhões em emendas parlamentares, enquanto faseamento limita empenhos ao longo do ano.
Receita Federal libera nesta terça lote residual da malha fina de março: 87.440 contribuintes vão receber R$ 300 milhões, com prioridade para pré‑preenchida/Pix, idosos, magistério e pessoas com deficiência.
Caixa encerra repasses de março do Bolsa Família; benefício mínimo ficou em R$ 600 e o programa atingiu 18,73 milhões de famílias, com gasto de R$ 12,77 bilhões.
SES‑RJ recomenda atenção na compra, armazenamento em gelo e preparo do pescado; sinais de frescor e tempos de refrigeração ajudam a evitar intoxicações alimentares.
Banco de Brasília tem até 31 de março para apresentar o balanço de 2025 ao Banco Central; atraso pode acarretar multas, investigação de diretores e pressionar a liquidez do banco.
Petrobras reajustou o preço do querosene de aviação (QAV) nas refinarias em cerca de 54,63% a partir de 1º de abril de 2026, em reação à alta do petróleo no mercado internacional — impacto imediato sobre custos das companhias e potencial repasse às tarifas aéreas.
Taxa média do crédito rotativo subiu para 436% ao ano em fevereiro; cerca de 40 milhões de brasileiros estavam no rotativo em janeiro e a inadimplência atingiu 63,5%.
Empresa espanhola venceu leilão de venda assistida e passa a administrar 18 aeroportos no Brasil; novo contrato muda regras financeiras e exclui Infraero da sociedade.
Em abril de 2012, sob pressão do governo Dilma, o Banco do Brasil cortou juros do crédito e anunciou R$ 43,1 bilhões em novas linhas para estimular a economia, provocando reação negativa do mercado.
Lucro da chinesa BYD caiu 19% em 2025, mas a fabricante manteve receita recorde e passou a liderar vendas de veículos elétricos puros, numa mudança que pressiona a dinâmica global do setor automotivo.