A incorporadora australiana Cedar Woods registrou salto no lucro do primeiro semestre de 2026, impulsionado por margens maiores e fluxo de caixa operacional robusto.
A Integral Diagnostics reportou uma alta de 76% no EBITDA atribuída às sinergias da fusão, impulsionando margens e abrindo espaço para expansão — mas a integração traz riscos operacionais e pressão sobre fluxo de caixa no curto prazo.
Receita de US$ 27,0 milhões no primeiro semestre, avanço de 19,7% impulsionado por crescimento orgânico em aluguéis e contribuições de nove aquisições; lucro líquido também avançou.
Viva Energy apresentou recuperação forte no segundo trimestre fiscal de 2025, que compensou queda no resultado do semestre e fez as ações subirem cerca de 9%. A empresa aponta sinergias e programas de custo que podem sustentar melhora no 2H25.
A Verisk anunciou a precificação de uma oferta de dívida de US$ 1 bilhão destinada a refinanciar empréstimos existentes. A operação tem fechamento previsto para 26 de fevereiro de 2026 e os recursos devem ser usados, em parte, para quitar até US$ 500 milhões pendentes em sua linha de crédito.
A SKS Technologies registrou alta de 53% no lucro do primeiro semestre fiscal de 2026, apoiada por contratos em data centers e elevação do guidance para o ano.
Os fundos da ARK da gestora Cathie Wood fizeram compras expressivas em Figma e outras apostas em tecnologia, enquanto reequilibravam posições em empresas como DraftKings.
A fabricante do sistema de desinfecção trophon registrou alta de 9% na receita em período recente, enquanto margens sofreram com gastos em P&D e expansão internacional.
A Count Ltd anunciou aumento de 91% no lucro líquido, impulsionado por forte crescimento em gestão de patrimônio, aquisições e eficiência operacional. Receita de A$143,6 milhões e margem operacional em 21,4% destacam melhora de rentabilidade; ações reagiram positivamente.
Woodside alcançou produção recorde de 198,8 MMboe em 2025 e mantém forte geração de caixa, mas projeta queda em 2026 por manutenção e preparo de novos projetos.
A Adore Beauty registrou crescimento de receita no primeiro semestre fiscal de 2026, mas viu suas ações recuarem cerca de 10% após a divulgação dos resultados e manutenção de uma guidance de margem EBITDA moderada.
Propel divulgou resultados do primeiro semestre fiscal de 2026 com receita em alta de 3,1% e compressão nas margens de EBITDA — sinal de crescimento ainda acompanhado de desafios operacionais.
EBIT subjacente alcança AUD 44,3 milhões no H1 FY26, com lucro líquido subindo para AUD 26,6 milhões. Receita cresce 31% excluindo aquisições; apresentação dos resultados ocorreu em webcast.
A rede de espaços flexíveis WOTSO ampliou sua presença para 35 unidades e reportou crescimento de 6% no EBITDA no primeiro semestre de 2026, impulsionada por expansão em subúrbios e parcerias com incorporadoras.
A fornecedora americana de plataformas para provedores de banda larga Calix anunciou crescimento de 21% na receita e redução de custos de 30%, medidas que reforçam margem, caixa e a estratégia de chegar à neutralidade operacional.
A Mercury NZ reportou no primeiro semestre de 2026 (encerrado em 31/12/2025) um lucro 28% maior, com lucro líquido de NZD 20 milhões, influenciado por condições hidrológicas favoráveis que aumentaram a geração de energia renovável.
City Chic Collective registrou forte avanço de lucratividade no primeiro semestre fiscal de 2026: underlying EBITDA entre AUD 6 e 7 milhões, com margem bruta em alta e redução de estoques, apesar de receita consolidada estável.
Resultados do primeiro semestre de 2025 mostram forte expansão de ativos e lucratividade, com FUM perto de US$18 bilhões e lucro estatutário e normalizado em alta significativa.
Allison aumentou margens no quarto trimestre de 2025 graças a gestão de custos e repasses de preço, mas receita e lucro recuaram; companhia projeta recuperação parcial em 2026.
Paymentus apresentou resultados melhores que o esperado no 4º trimestre de 2025, com lucro por ação acima das projeções e receita anual acima de US$ 1,19 bilhão; porém as ações caíram após a divulgação de guidance conservador.
Empresa reportou melhoria de margens e crescimento de receita; contrato de US$ 15 milhões com cliente de IA reforça papel da companhia como provedor de armazenamento para modelos e dados.
Resultados sólidos: FFO em alta, lucro estatutário influenciado por reavaliação de ativos e aumento na orientação de distribuições graças a taxa de ocupação recorde nos shoppings Westfield.
Clearway Energy reportou desempenho operacional sólido no 4º trimestre de 2025, com o CAFD alcançando o teto da guidance e indicadores que reforçam a capacidade de distribuição e expansão de projetos de energia limpa.