Ocarina of Time no Switch 2 ganha novos cenários, mas preserva os puzzles

Ocarina of Time no Switch 2 ganha novos cenários, mas preserva os puzzles

A Nintendo marcou a estreia do remake para 5 de novembro; a análise destaca dublagem em português e mudanças na exploração de Hyrule.

Redação ·

O remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time chega ao Nintendo Switch 2 em 5 de novembro de 2026 com uma proposta de atualização cuidadosa: refaz o visual e moderniza a exploração, mas conserva boa parte dos desafios e confrontos do jogo de 1998. A análise publicada pelo Voxel nesta quarta-feira, 4, descreve uma experiência que aposta mais em renovar a apresentação do que em reescrever a aventura.

A mudança mais visível está em Hyrule, reconstruída com cenários e detalhes novos. Segundo a análise, a fazenda Lon Lon agora se integra ao ambiente sem as antigas telas de carregamento, e personagens não jogáveis têm rotinas e falas que variam conforme o horário ou acontecimentos da jornada. Alguns itens colecionáveis também mudaram de lugar; o mapa ajuda a acompanhar o que falta em cada região.

O que mudou na jornada

A exploração ganhou recursos associados aos jogos mais recentes da série, como câmera controlável, corrida, botão de pulo e acesso rápido a itens. A trilha também acompanha o ciclo contínuo de dia e noite: melodias conhecidas mudam de ritmo conforme o horário. Há cenas adicionais, diálogos ampliados e dublagem, inclusive em português — elementos que acrescentam detalhes à relação entre Link e outros personagens sem alterar o eixo da história.

A Nintendo confirmou que o remake foi reconstruído visualmente e terá cenas dubladas. A empresa também marcou a estreia para 5 de novembro, exclusivamente no Switch 2. Esses dados oficiais ajudam a separar as características anunciadas pela fabricante das impressões específicas de quem jogou.

O clássico continua reconhecível

Na avaliação do Voxel, o estilo visual novo combina com o tom de fábula da aventura e evita deixar o mundo com aparência genérica. A análise relata mais de 35 horas de jogo e aponta que a reformulação das masmorras melhora a lógica de alguns ambientes e ajusta o caminho até certos itens.

O limite da aposta está nos combates e quebra-cabeças: inimigos, chefes e desafios centrais permanecem, em geral, próximos da versão original. Para quem nunca jogou, isso mantém intacta a estrutura que consagrou Ocarina of Time. Para fãs que já conhecem cada masmorra, a novidade tende a estar mais na forma de percorrer Hyrule do que em descobrir soluções inéditas.

Em resumo, o remake preserva o desenho clássico da aventura enquanto atualiza controles, apresentação e detalhes do mundo. A análise do Voxel considera o resultado uma versão especialmente bem acabada, embora a escolha por mudanças contidas possa deixar veteranos querendo mais surpresas.

Quer se aprofundar nesta notícia? Leia mais sobre ela abaixo:

  1. https://www.estadao.com.br/tecmundo/voxel/remake-de-ocarina-of-time-se-torna-a-versao-definitiva-de-um-classico-quase-impecavel/
  2. https://www.nintendo.com/us/whatsnew/the-legend-of-zelda-40th-anniversary-celebration-revealed-in-new-nintendo-direct-presentation/
  3. https://nordic.ign.com/the-legend-of-zelda-ocarina-of-time-2026/115127/nintendo-explains-why-it-chose-to-do-another-the-legend-of-zelda-ocarina-of-time-remake